Sobre o possível caso de preconceito ocorrido na partida entre
Vivo/Minas (MG) e Sada Cruzeiro (MG), realizada na última QUARTA-FEIRA
(29.02), a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) lamenta e repudia
qualquer tipo de preconceito durante todos os jogos de todas as
competições do voleibol brasileiro.
Sobre o fato, o relatório do delegado da partida em questão relata
que, ao ser comunicado da agressão verbal direta, de cunho racista, ao
jogador Wallace, do Sada Cruzeiro (MG), durante o segundo set, o
delegado acionou a segurança para identificar o agressor. Até o fim da
partida, o mesmo não foi identificado dentre o público presente na Arena
Vivo, em Belo Horizonte (MG).
A CBV, neste momento, reúne toda a documentação do caso para avaliar
e, se necessário, encaminhar para o Superior Tribunal de Justiça
Desportiva (STJD), órgão responsável por julgar este tipo de
acontecimento em competições esportivas, como já ocorreu em outras
ocasiões.
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