O profissional saiu na metade do ano passado para trabalhar no Metropolitano de Maringá. Quase um ano depois, Tico está de volta para tentar tirar o Operário dá péssima fase que vive no ano do centenário.
“Temos que melhorar a autoestima dos jogadores. É a primeira coisa que precisamos para sair dessa situação”, explica Tico ao dizer que o clube estava órfão de um profissional na função. “Desde que saí não tinha ninguém para intermediar esse contato da diretoria com os jogadores”.
O novo supervisor de futebol do Operário, utiliza de comparações para falar sobre a crise. “O Operário está com uma doença. Doença essa que precisamos achar a cura. Vamos sair dessa situação”, promete. ”Primeiro precisamos sair lá debaixo para depois pensar em algo maior”, indica Tico.
Fonte: Equipe Redação em Campo
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